Não há nada mais desejável do que ter paz pessoal verdadeira. É um desejo legítimo e alcançável!
Não acredita? Minha fonte é digna de confiança: Jesus!
Foi Jesus Cristo quem deu a receita para a paz, ao afirmar:
“Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã; porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal.” ( Mt 6:34)
O chamado para tratar dos problemas do “hoje” estabelece um importante padrão de ação contra o stress. Com autoridade superior a qualquer opinião das emaranhadas e confusas linhas da psicologia, Jesus Cristo se mostra genuinamente preocupado com a inquietude que pode acometer a mente humana. Seu intuito não é de obter lucro, mas doar gratuitamente paz.
Jesus, o Criador da mente, nos dá a regra de ouro para ficarmos livres da tirania do tempo, ao ordenar: “Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã;”. Este mandamento negativo, se obedecido, reduzirá o “peso” do seu dia em 50%.
Levado a efeito durante os 365 dias do ano, isso pode significar 182 dias a menos de rugas na testa, sem contar o fim de olheiras e noites mal-dormidas; sinais de ansiedade, stress e depressão. As duas razões são mostradas de modo claro:
- “porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo.”
Longe de incentivar-nos a uma vida sem planejamento, o Senhor Jesus personifica o “dia de amanhã” para nos mostrar que jamais conseguiremos prever eficazmente o que não está em nosso controle. Nossos esforços neste sentido sempre serão um desperdício tolo das forças que poderíamos ter aplicado corretamente hoje. - “Basta a cada dia o seu mal.”
Aqui a sabedoria de Jesus nos aponta o dever de aplicar nossos esforços no dia chamado HOJE. O fato de que a carga de cada dia demanda a energia que dispomos, é a chave que pode nos abrir a porta para aquela desejada paz. Temos um indicador que pode nos dar tranqüilidade de que a carga de um dia não é superior ao que podemos tratar. Estando livres das ansiedades do amanhã, temos aqui mais um diminuidor de nossas inquietudes. Não há omissão de que cada dia trará seu mal. Porém o alerta é de que não devemos sobrecarregar nosso dia com os dias que virão.
Se você é uma pessoa que se preocupa com o amanhã, então você não é um “extra-terrestre”. Tal como eu e como muitos, você precisa pôr em prática o que Jesus ensinou no versículo acima.
Foi sabendo que somos assim, ansiosos, que Jesus nos deu este ensino. Ao fixarmos nossa mente no hoje, estamos tomando o melhor remédio contra ansiedade e, progressivamente reduzindo os efeitos do “ontem”.
Entretanto Ele não se interessava apenas em nossa momentânea paz. O propósito de Sua vinda, morte e ressurreição foi de garantir a nossa paz com Deus, o Pai (Romanos 5:1). Ele quer que desfrutemos de perfeita e permanente paz, e sabe que somente a desfrutaremos se estivermos em paz com Deus, o Pai. Por este motivo ele veio, para transformar em filho de Deus àquele que nEle crer (João 1:12,13; Romanos 10:8-10,16,17). Tendo paz com Deus, temos confiança de que Ele nos ouve as orações. Assim temos nossa mente e coração guardados do mal dos séculos: a ansiedade (Filipenses 4:6,7).
Publicado por Gisele em 5 05UTC setembro 05UTC 2011 às 17:25 r r
Sou psicóloga e nem por isso menos temente a Deus e acho extremamente lamentável verificar que uma pessoa tenha tão pouco conhecimento da psicologia e que ainda assim tenha a atitude de expressar opinião tão desqualiificada.
Deus capacita o homem para cuidar do homem e a psicologia não é contrária a Deus, é uma fonte de conhecimento que aliada a palavra promove mudanças significaticvas e benéficas ao homem.
Publicado por Rogério em 6 06UTC setembro 06UTC 2011 às 01:05 r r
Olá Gisele,
Acredito que você está dizendo a verdade quanto a ser temente a Deus. Este fato me dá margem a entender que você não teve qualquer maldade ao me qualificar negativamente. Também entendo que a minha menção acerca da psicologia te causou incômodo. Não foi esta a intenção no texto. Porém este incômodo pode ser desfeito se você atentar para alguns fatos.
1) O texto:
Por temer a Deus, você concordará com o que afirmei no meu texto:
* a autoridade de Jesus é superior à psicologia em todos os aspectos por ser Ele o criador da mente humana
* as palavras de Jesus neste texto bíblico que comentei são simples, facilmente aplicáveis e eficazes frente às variantes e divergentes escolas de pensamento na área da psicologia,
* enquanto em qualquer profissão (idem para psicólogos) encontramos bons e maus profissionais, com Jesus não temos este perigo, a preocupação dEle com as inquietudes da mente humana é mais genuína que a humana
2) Verdades
Quero concordar com as verdades que você escreveu e comentá-las:
* “tão pouco conhecimento da psicologia” – Reconheço que meu conhecimento nesta área não é como o seu ou de outros profissionais de sua área, por isso meu texto não teve foco na psicologia, mas na superioridade de Jesus nestes assuntos.
* “Deus capacita o homem para cuidar do homem” – Acredito deste modo também. Todas as áreas da ciência comprovam que Deus não nos deu um cérebro diferenciado por acaso. Acredito na intervenção divina. Ele tanto mais age mediante a capacidade que concedeu aos homens do que pelos raros milagres.
3) Enganos
Quando você entrou na defensiva aconteceu alguns enganos em suas afirmações:
* “atitude de expressar opinião tão desqualiificada” – O engano aqui está na palavra opinião. Não é opinião. É uma constatação a existência de maus profissionais e da variedade tanto nos conceitos quanto nas aplicações da psicologia. Estas constatações são inegáveis. Frente às palavras de Jesus no tratar o homem, a psicologia é inferior em autoridade, confiabilidade e simplicidade.
* “a psicologia não é contrária a Deus” O engano aqui é pressuposto. Em nenhum ponto do texto julguei ter autoridade para afirmar que a psicologia é contrária ou favorável a Deus. Meu assunto não é este, eu não disse se é ou não é contrária. Na verdade posso estar errado em dizer que pelo fato de a psicologia não ter foco em Deus mas no homem, ela não tem como ser favorável ou contrária a Ele, o tema que ela trata não é teologia. De outro modo, posso dizer que, sendo um ramo da ciência humana com uma variação de pensadores humanos, é possível haver conceitos tanto favoráveis como contradizentes aos da Bíblia.
Considerando
1) que a falibilidade humana em seus estudos gera posições diferentes em uma mesma área da ciência, também da psicologia;
2) que a existência indesejada de alguns mal-intencionados em meio aos bem-intencionados profissionais é fato;
3) que é possível existir princípios favoráveis e contrários aos da Bíblia entre os mestres e profissionais bem-intencionados da psicologia;
4) que Deus capacita o homem a cuidar do homem mediante a ciência;
Posso afirmar que a superioridade dEle é estabelecida em qualquer assunto, principalmente quanto à mente humana e o modo de tratá-la.
Não posso fazer qualquer afirmação quanto à recomendação ou não-recomendação da psicologia devido aos meus rasos conhecimentos neste assunto. Porém não posso deixar de afirmar que, em se tratando da mente humana, nenhum psicólogo ou quaisquer de seus tratados têm autoridade superior aos dAquele que criou o homem.
Por fim, posso recomendar o uso da Bíblia para promover as mudanças significativas e benéficas ao homem sem descartar os princípios que não contradigam o que Deus, na Palavra, ensinou.
As palavras de Jesus neste texto pode ser um exemplo a ser usado por psicólogos bem-intencionados e lutadores pelo bem humano, como você.
Obrigado pelo comentário.
Publicado por nilo em 24 24UTC setembro 24UTC 2011 às 16:40 r r
Olá,
“Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã; porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal”
(Mateus 6:34)
Sabe o que é que torna o ensino de Jesus tão singular?
- Jesus ensinava o que vivia e vivia o que ensinava, ou seja, ele “dava o exemplo”.
Mesmo que Jesus não tivesse dito as palavras do referido versículo, ainda seria possível depreender aquele ensinamento meramente analisando a história da vida dele, ou seja, reparando a maneira como ele viveu.
Por exemplo, em que dia (*) Jesus realmente se “inquietou” com a crucificação?
“E, tendo cantado o hino, saíram para o Monte das Oliveiras.
Então Jesus lhes disse: Todos vós esta noite vos escandalizareis em mim; porque está escrito: Ferirei o pastor, e as ovelhas do rebanho se dispersarão.
[...]
E, levando consigo Pedro e os dois filhos de Zebedeu, começou a entristecer-se e a angustiar-se muito.”
(Mateus 26:30-37)
(*) Lembrem-se que o dia, na cultura judaica termina às 18h, ou seja, no por do sol. A partir disso, eles já consideram como sendo um novo dia, o que difere de nós ocidentais que consideramos o novo dia somente a partir do meio da noite.
Então, vejam só!
- Jesus só “começou a entristecer-se e a angustiar-se muito” no próprio dia da crucificação, e, ainda assim, só depois de celebrar a páscoa e cantar belos hinos com os discípulos .
Enquanto alguns dos “doutores” de hoje nos querem fazer seguir suas “palavras sábias” contudo ignorar suas “ações incoerentes”, Jesus nos desafia a imitá-lo, a vivermos como ele viveu, a fazer o que ele fazia e não apenas o que ele falava.
Eis ai uma das características da singularidade e da superioridade do ensino de Jesus.
Forte abraço.
Publicado por Rogério em 25 25UTC setembro 25UTC 2011 às 13:37 r r
Olá Nilo,
Realmente, a prática faz toda a diferença!
Muito bem lembrado este modo de Jesus por em prática Seu próprio ensino. Mesmo sabendo o que lhe sucederia, Ele não se angustiou por antecipação, mas, como evidência da real natureza humana sob a qual estava, sofreu a angústia e aflição daquele dia naquele dia.
Lembro-me do esforço que tive de fazer para praticar isto quando estava na semana em que eu seria operado da coluna cervical. Felizmente fui ajudado por Deus em ser lembrado de muitos versos da Biblia. Este modo de entender estas palavras de Jesus como sendo um “Anti-stress eficaz”, é fruto das vezes que não me esqueço de colocá-lo em prática.
Obrigado pelo comentário.